Cadastre seu e-mail e receba as últimas novidades publicadas em nosso site.
Repórter: Lidiane Maria
O PTB foi o primeiro partido a pregar a união das oposições em volta da candidatura de Ricardo Coutinho ao governo do estado. O indicado do partido a vaga de vice na chapa do prefeito da capital, Carlos Dunga, renunciou ao posto após o carnaval.
Depois desse acontecimento, Armando Abílio se aproximou politicamente do governador. O presidente do PTB disse em entrevista que resta apenas Maranhão dizer como o partido atuará na administração para que o apoio a sua reeleição seja oficializado. Armando Abílio tachou de infeliz as declarações de Carlos Dunga que havia afirmado seguir orientação política do ex-governador Cássio e por isso não poder participar da aliança.
O suplente de senador Carlos Dunga reafirmou suas urgências políticas ligadas ao tucano Cássio. O parlamentar acrescentou que recorrerá à executiva nacional contra a decisão de Armando Abílio.
Armando Abílio afirmou ainda ter maioria na legenda para embasar sua decisão.
Contrariando o que disse Abílio, o ex-governador e pré- candidato ao senado, Cássio Cunha Lima, disse que muitas lideranças petebistas, são contrárias à posição de armando. Em entrevista ao jornalista Arimatéia Souza, o tucano disse que a decisão do presidente, não significa a vontade de todos os integrantes do PTB.
Cássio não quis se arriscar a responder o porquê da brusca mudança de opinião de Abílio, que foi um dos primeiros a projetar e apoiar a união entre ele e Ricardo Coutinho. O ex-governador disse ainda que o eterno impasse entre ele Cícero Lucena deve ser resolvido antes do mês de junho. O tucano revelou que estará amanhã em Brasília com os senadores Cícero Lucena e Sérgio Guerra e em seguida vai a São Paulo ter com o governador José Serra.